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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Em jeito de despedida...

    Quando iniciámos este blog decidimos não explicar porque é que escolhemos o nome Press Paly. Pois bem, Press Play significa energia, pró-actividade a procurar novos conhecimentos! Foi isso que quisemos fazer ao longo deste semestre: Press Play para nós é estar sempre atento, fazer pesquisa... durante este tempo, quando ouvimos ou vimos algo importante para sobre o que escrever e divulgar, era como se existisse um botão de Play em nós que começava a funcionar.
    O nosso grupo deixa assim neste blog as notícias que, até agora, foram publicadas por nós no Portal MSN e um série de notícias e curiosidades que retratam um mesmo tema: o digital!

Esperamos que tenham gostado!

domingo, 9 de janeiro de 2011

Ditados da Era Digital...

Eis alguns ditados a ter em conta, numa nova realidade que é o digital:

1. A pressa é inimiga da conexão.
2. Amigos, amigos, senhas à parte.
3. Antes só, do que em chats aborrecidos.
4. A arquivo dado não se olha o formato.
5. Diga-me que chat frequentas e te direi quem és.
6. Para bom provedor uma senha basta.
7. Não adianta chorar sobre arquivo deletado..
8. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
9. Em terra off-line, quem tem um 486 é rei.
10. Hacker que ladra, não morde.
11. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
12. Mouse sujo se limpa em casa.
13. Melhor prevenir do que formatar.
14. O barato sai caro. E lento.
15. Quando o e-mail é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.
16. Quando um não quer, dois não teclam.
17. Quem ama um 486, Pentium 5 lhe parece.
18. Quem clica seus males multiplica.
19. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
20. Quem envia o que quer, recebe o que não quer.
21. Quem não tem banda larga, caça com modem.
22. Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla.
23. Quem semeia e-mails, colhe spams.
24. Quem tem dedo vai a Roma.com
25. Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.
26. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.
27. Diga-me que computador tens e direi quem és.
28. Há dois tipos de pessoas na informática. Os que perderam o HD e os que ainda vão perder...
29. Uma impressora disse para outra: Essa folha é sua ou é impressão minha.
30. Aluno de informática não cola, faz backup.
31. O problema do computador é o USB (Usuário Super Burro)...
32. Na informática nada se perde, nada se cria. Tudo se copia... e depois se cola.

O que um vídeo na internet pode fazer para mudar a vida de uma pessoa?


Esta é a história de Ted Williams, um sem abrigo, antigo toxicodependente e alcoólico, que saltou das ruas de Columbus, no Ohio, para os ecrãs das televisões. Tudo  isto, devido a sua voz, “um dom de Deus”, perfeita para um locutor de rádio. 
Bastou um vídeo publicado no YouTube, filmado pelo repórter fotográfico do jornal The Columbus Dispatch, já visto por mais de 12 milhões de pessoas desde que fora colocado online. 
As referências a Williams nos blogues, no Facebook ou no Twitter multiplicaram-se - na gíria diz-se que se tornou "viral" - e não tardou a que na redacção do jornal chovessem telefonemas de estações de televisão a querer entrevistar o sem-abrigo, e ofertas de emprego sucedem-se.
"Sinto-me como a Susan Boyle." Tal como a cantora britânica, uma espécie de patinho feio que alcançou a fama graças à sua surpreendente voz, Ted Williams está a encantar o mundo. 
Eis o poder que a Internet exerce nos dias de hoje. Para quem refere, que as tecnologias são prejudiciais para os indivíduos, aqui fica uma história de sucesso que encantou mundo e quebrou fronteiras.

 A Internet não é prejudicial ao indivíduo, temos é que saber usá-la com peso e medida!

 Links de interesse: 

sábado, 8 de janeiro de 2011

Parabéns SIC Notícias!

 
Dia 8 de Janeiro de 2011, marca uma década de vida do canal líder no cabo em Portugal – SIC Notícias. Pioneiro na abordagem à actualidade, no debate permanente, aberto e plural. Pioneiro na rapidez da resposta profissional ao acontecimento. Pioneiro na tecnologia digital que introduziu na edição jornalística televisiva.
10 Anos SIC Notícias, são uma homenagem aos espectadores fiéis e exigentes que confiaram e que do qual fizeram este canal líder desde o primeiro dia.
10 Anos SIC Notícias, são uma referência que honra o jornalismo e Portugal.
Falar de SICN estaria incompleto sem referir os 10 rostos que estiveram por detrás deste sucesso. Ricardo Costa (analista político, apresenta Expresso da Meia-Noite), Marta Atalaya (pivô), Rui Santos (jornalista e comentador em Tempo Extra), Ana Lourenço e João Adelino Faria (pivôs, em Edição da Noite), João Abreu (pivô em Tempo Extra e Jornal da Meia-Noite), Nuno Santos (director de programas SIC), Emídio Rangel (pai deste canal exclusivamente de informação), Mário Crespo (apresenta o Jornal das 9, modera os programas 60 minutos e Plano Inclinado) e Pedro Mourinho (jornalista do Jornal da Noite).
O director da SIC Notícias, António José Teixeira, em entrevista, diz terem dado voz aos que não têm voz e confrontaram os que têm o poder da voz.

Ainda no decorrer das celebrações, realizou-se no dia 7 de Janeiro, pelas 9h30m, no Auditório da Fundação Museu do oriente, uma Conferência 10 anos SIC Notícias, “Uma década de jornalismo – o que mudou e vai mudar”. Contou com a presença de caras conhecidas, como o doutor Pinto Balsemão e Adam Boulton jornalista da Sky News.



Parabéns SIC Notícias, aguardamos por mais 10 anos de sucessos.


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

AIESEC mais presente na vida dos jovens universitários!

AIESEC proporciona experiências marcantes e prepara os líderes de amanhã!!


AIESEC é a maior organização gerida por estudantes a nível internacional. Actualmente está presente em 107 paísese territórios, contando com cerca de 50.000 membros, todos estudantes universitários ou recém-licenciados. Esta organização revela-se um caso de sucesso no que diz respeito ao desenvolvimento pessoal e profissional destes jovens, prestes a entrar no mercado de trabalho.
Os estágios internacionais parecem ser um dos principais motivos pelo qual estes estudantes procuram a AIESEC. Estes variam entre estágios de desenvolvimento ou profissionais. Ao inscrever-se na organização (através do site oficial ou presencialmente nas diversas universidades onde a organização está presente), o interessado é submetido a um processo de selecção, no qual dá a conhecer as suas expectativas quanto ao estágio que pretende. Os candidatos a estágio devem ter conhecimentos numa segunda língua, sendo que os que apenas falam português terão que realizar um curso e teste que lhes permita a conseguir comunicar no país onde estagiará. O processo de selecção para estágio inclui também uma entrevista, realizada de acordo com a natureza do estágio, com a presença de um psicólogo, um representante empresarial e um membro da AIESEC. O objectivo da entrevista passa por perceber se o candidato está preparado, tanto a nível emocional como profissional, para a experiência que irá vivenciar. Terminado este processo, o candidato é introduzido numa base de dados global da AIESEC, onde estão presentes todos os possíveis estágios, nos 107 países e territórios possíveis, para procurar o estágio ideal.
Recolhemos alguns depoimentos de pessoas que realizaram recentemente estágios através da AIESEC: Sofia Pires, uma recém-licenciada, falou-nos da sua experiência num estágio de desenvolvimento no verão passado, na Índia. Para ela, esta organização apesar de já existir há 60 anos ainda demonstra um conceito inovador e afirma que durante as suas seis semanas na Índia descobriu um “novo eu”, estando longe da sua família e amigos, mas tendo uma enorme vontade de ajudar os outros. A sua função consistiu em explorar temas como VIH/Sida e Ambiente e Saúde com jovens de idades entre os 12 e 14 anos. Esta experiência permitiu-lhe ter um impacto directo na vida de mais de 300 jovens.
André Faria, que também viajou até à Índia, descreve a sua experiência, não só com o benefício de crescimento pessoal, mas também em termos curriculares, numa altura em que estas vivências são tão valorizadas. O jovem português visitou regularmente ONG’s e favelas em Jaipur com o intuito de encontrar uma criança como “caso de estudo”. O objectivo seria acompanhar de perto esta criança e apresentar o seu caso a empresas, de modo a convencê-las a financiar a educação desta criança.
Maria Oliva, uma estudante que também realizou um estágio no mesmo período de tempo, foi para a Roménia onde trabalhou num orfanato com 23 crianças órfãs/abandonadas, entre os 4 e os 18 anos de idade. Durante dois meses viveu no orfanato e, juntamente com outra estagiária portuguesa, deu aulas de inglês às crianças e organizou actividades de lazer. Maria aconselha todos os que puderem a não perder a oportunidade de viver esta experiência, pois leva as pessoas a saírem da sua zona de conforto, ter de lidar com diferentes culturas e ganhar consciência do que se passa fora do seu meio.
Em termos de experiência profissional, Luís Vaz contou-nos como foi o seu estágio em Bilbao, Espanha, na área de informática. Aqui adquiriu conhecimentos quanto a novos métodos de trabalho, aprendeu diferentes processos de gestão de pessoas e também considera que esta é uma experiência que lhe traz valorização pessoal num mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Durante o seu estágio foi assistente de investigação, realizando estudos sobre possíveis funcionalidades de produtos apresentados pela empresa em que estava, e trabalhou no desenvolvimento de software.
Estes são apenas alguns exemplos de jovens que tiveram a oportunidade de contactar com novas realidades e viver experiências marcantes tanto a nível pessoal e como a nível profissional. Osvalores e princípios que a AIESEC procura transmitir, conseguir ter um impacto real na sociedade, permite aos jovens universitários crescerem e começarem a formar-se enquanto osfuturos líderes de amanhã.

África poderá tornar-se auto-suficiente em apenas uma geração!!

Estudo revela que o continente africano poderá vir a tornar-se num exportador de alimentos, garantindo uma maior auto-suficiência.
África poderá tornar-se auto-suficiente em apenas uma geração.
Um estudo revelado no passado dia 2 de Dezembro e apresentado aos presidentes da Tanzânia, Quénia, Uganda, Ruanda e Burundi, mostrou que através da combinação de tecnologia moderna, infra-estruturas de maior qualidade e uma melhor educação técnica, África tem o potencial para se tornar num grandeexportador de alimentos.Calestous Juma, professor de desenvolvimento internacional da Harvard Kennedy School nos Estados Unidos da América, foi o coordenador desta investigação financiada pela Fundação Bill and Melinda Gates. Juma, que trabalha na aplicação da ciência e da tecnologia para um desenvolvimento sustentável, explicou que a tecnologia será a chave para o estímulo de umarevolução na agricultura do continente mais pobre do mundo.
Como elementos fundamentais que os africanos necessitam para a transição, o estudo revela a necessidade de, primeiro, recorrer a tecnologias modernas e investir em ciências geográficas para a obtenção de recursos naturais, segundo, continuar a expansão de infra-estruturas básicas e facultar educação técnica, especialmente para mulheres e jovens. De seguida, é necessário criar novas empresas que forneçam mecanização agrícola e armazenamento de alimentos. Por último, é essencial existir uma relação de cooperação entre governos, indústrias e sociedade civil, para formular e implementar políticas que sustenham este elevado desenvolvimento.
Mesmo tendo uma oferta abundante de mão-de-obra e vastos terrenos aráveis, a produção alimentar em África caiu 10% desde 1960. Aos baixos níveis de produção junta-se ainda o dado perturbador de um terço da população da África subsariana passar fome. O estudo apresentado, e explorado no livro “The New Harvest, Agricultural Innovation in Africa”, coloca a agricultura como elemento central para o desenvolvimento do continente. A apresentação não se limita apenas a apontar objectivos, traçando mesmo algumas estratégias para que os governos destes países expandam o sector da agricultura através da comunicação, transportes, educação e investimentos inovadores.
O vasto continente africano parece estar a procurar o seu rumo para um futuro mais independente e auto-suficiente, na esperança de proporcionar melhor qualidade de vida à sua população.

Experiências "Marginais"


Um projecto que é MARGINAL pelo interesse em apresentar novas regras e ir além do que já existe.
© Projecto Marginal

Projecto Marginal, uma associação cultural fundada em 2006, nasceu da vontade de concretizar ideias pensadas e projectadas pessoalmente por um grupo de pessoas. Falámos com Miguel Lopes, da direcção do projecto, que nos disse que “após a experiência e aprendizagem com outros profissionais, agora queremos ser nós a inovar, satisfazer públicos e lançar novos artistas e ideias emergentes”.
“Criar”: é este o objectivo principal deste projecto, que trabalha com diferentes artistas e cria ligações entre todos os agentes artísticos culturais.
O projecto conta também com o Marginal Voluntariado, criando “laços de amizade que são mais importante e o que mais nos deixa felizes”. O Marginal Voluntariado, que consiste na participação voluntária em grandes eventos, foi concretizado pela primeira vez este ano com os concertos dos U2 em Coimbra e o Merrell Urban Side em Lisboa.
Desde 2006, o Projecto Marginal realizou já mais de 60 eventos na área de Lisboa, nos quais participaram cerca de 25 mil pessoas. Festas, concertos, exposições, curtas e longas-metragens e corridas-aventura são alguns dos eventos organizados até agora. Actualmente, esta associação cultural tem em mente a aposta no crescimento do Festival Novos Fados, que pretende “ajudar artistas em Portugal e promover a música portuguesa no estrangeiro” e ser “O” festival da música portuguesa dentro de alguns anos.