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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

AIESEC mais presente na vida dos jovens universitários!

AIESEC proporciona experiências marcantes e prepara os líderes de amanhã!!


AIESEC é a maior organização gerida por estudantes a nível internacional. Actualmente está presente em 107 paísese territórios, contando com cerca de 50.000 membros, todos estudantes universitários ou recém-licenciados. Esta organização revela-se um caso de sucesso no que diz respeito ao desenvolvimento pessoal e profissional destes jovens, prestes a entrar no mercado de trabalho.
Os estágios internacionais parecem ser um dos principais motivos pelo qual estes estudantes procuram a AIESEC. Estes variam entre estágios de desenvolvimento ou profissionais. Ao inscrever-se na organização (através do site oficial ou presencialmente nas diversas universidades onde a organização está presente), o interessado é submetido a um processo de selecção, no qual dá a conhecer as suas expectativas quanto ao estágio que pretende. Os candidatos a estágio devem ter conhecimentos numa segunda língua, sendo que os que apenas falam português terão que realizar um curso e teste que lhes permita a conseguir comunicar no país onde estagiará. O processo de selecção para estágio inclui também uma entrevista, realizada de acordo com a natureza do estágio, com a presença de um psicólogo, um representante empresarial e um membro da AIESEC. O objectivo da entrevista passa por perceber se o candidato está preparado, tanto a nível emocional como profissional, para a experiência que irá vivenciar. Terminado este processo, o candidato é introduzido numa base de dados global da AIESEC, onde estão presentes todos os possíveis estágios, nos 107 países e territórios possíveis, para procurar o estágio ideal.
Recolhemos alguns depoimentos de pessoas que realizaram recentemente estágios através da AIESEC: Sofia Pires, uma recém-licenciada, falou-nos da sua experiência num estágio de desenvolvimento no verão passado, na Índia. Para ela, esta organização apesar de já existir há 60 anos ainda demonstra um conceito inovador e afirma que durante as suas seis semanas na Índia descobriu um “novo eu”, estando longe da sua família e amigos, mas tendo uma enorme vontade de ajudar os outros. A sua função consistiu em explorar temas como VIH/Sida e Ambiente e Saúde com jovens de idades entre os 12 e 14 anos. Esta experiência permitiu-lhe ter um impacto directo na vida de mais de 300 jovens.
André Faria, que também viajou até à Índia, descreve a sua experiência, não só com o benefício de crescimento pessoal, mas também em termos curriculares, numa altura em que estas vivências são tão valorizadas. O jovem português visitou regularmente ONG’s e favelas em Jaipur com o intuito de encontrar uma criança como “caso de estudo”. O objectivo seria acompanhar de perto esta criança e apresentar o seu caso a empresas, de modo a convencê-las a financiar a educação desta criança.
Maria Oliva, uma estudante que também realizou um estágio no mesmo período de tempo, foi para a Roménia onde trabalhou num orfanato com 23 crianças órfãs/abandonadas, entre os 4 e os 18 anos de idade. Durante dois meses viveu no orfanato e, juntamente com outra estagiária portuguesa, deu aulas de inglês às crianças e organizou actividades de lazer. Maria aconselha todos os que puderem a não perder a oportunidade de viver esta experiência, pois leva as pessoas a saírem da sua zona de conforto, ter de lidar com diferentes culturas e ganhar consciência do que se passa fora do seu meio.
Em termos de experiência profissional, Luís Vaz contou-nos como foi o seu estágio em Bilbao, Espanha, na área de informática. Aqui adquiriu conhecimentos quanto a novos métodos de trabalho, aprendeu diferentes processos de gestão de pessoas e também considera que esta é uma experiência que lhe traz valorização pessoal num mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Durante o seu estágio foi assistente de investigação, realizando estudos sobre possíveis funcionalidades de produtos apresentados pela empresa em que estava, e trabalhou no desenvolvimento de software.
Estes são apenas alguns exemplos de jovens que tiveram a oportunidade de contactar com novas realidades e viver experiências marcantes tanto a nível pessoal e como a nível profissional. Osvalores e princípios que a AIESEC procura transmitir, conseguir ter um impacto real na sociedade, permite aos jovens universitários crescerem e começarem a formar-se enquanto osfuturos líderes de amanhã.

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